De Newton Braga, poeta cachoeirense, em Lirismo Perdido, “Eu continuo a
fazer versos”: “Eu continuo a fazer versos.../ Velha doença que eu
apanhei na adolescência,/ quando me deixarás?/ Jamais, talvez.../ E,
afinal, é um vício bom, esse de contar a toda gente/ um bocado daquilo
que se sente,/ que está dentro de nós... e que não se pode dizer a
qualquer um/ porque seria indiscrição, fraqueza, sentimentalismo.../ E
eu continuo a fazer versos...”
Nenhum comentário:
Postar um comentário